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Seminário Nacional debate os desafios da negociação coletiva diante das novas tecnologias

Evento promovido pela Industriall Global Union, em parceria com CUT e Força Sindical, reuniu lideranças para discutir os impactos da inteligência artificial e a importância da requalificação profissional

As transformações aceleradas no mundo do trabalho, impulsionadas pelas novas tecnologias e pela inteligência artificial, exigem novas estratégias de proteção aos direitos trabalhistas. Com esse foco, foi realizado em São Paulo, entre os dias 24 e 26 de junho, o Seminário Nacional do projeto “Fortalecimento Sindical de organização para negociação coletiva da reestruturação produtiva”.

Promovido pela Industriall Global Union, com apoio das centrais sindicais CUT e Força Sindical, o evento reuniu lideranças sindicais de todo o país para discutir:

  • O futuro do trabalho no Brasil e os desafios à ação sindical;
  • A importância da negociação coletiva frente às tecnologias emergentes;
  • O papel do Estado na regulação de multinacionais e suas reestruturações produtivas;
  • Políticas públicas de emprego e a urgência na qualificação e requalificação dos trabalhadores.

Presença da FIMETAL e do Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa

Representando a Federação Interestadual dos Metalúrgicos da CNM/CUT – SC/PR (FIMETAL), participaram os dirigentes Jeferson Leandro Gomes Palhão, que também integra o Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa e Região, e Rosana Pereira De Souza.

Para Jeferson Palhão, o seminário foi uma oportunidade importante para articular novas formas de atuação frente às mudanças no mercado de trabalho:

“Nosso objetivo principal é assegurar que a transição tecnológica seja justa, evitando desemprego e precarização das relações trabalhistas. O diálogo entre diferentes sindicatos e regiões do país nos fortalece para negociar coletivamente condições dignas e seguras para todos.”

Já Rosana Pereira De Souza destacou a importância de uma atuação vigilante e firme diante das grandes corporações:

“As empresas multinacionais têm um grande impacto no mercado local, e é papel do Estado regulá-las para garantir que os benefícios das mudanças tecnológicas alcancem os trabalhadores, evitando que o país arque com o ônus social.”

Resultados e encaminhamentos

Durante o evento, foram apresentados os resultados dos planos de ação iniciados em 2024, entre eles a inclusão de cláusulas específicas em acordos coletivos, que asseguram a obrigatoriedade de diálogo com os sindicatos antes de demissões relacionadas à adoção de novas tecnologias.

O seminário foi encerrado com a construção de uma agenda conjunta para fortalecer a negociação coletiva e a atuação sindical frente às transformações tecnológicas, reafirmando o compromisso das entidades com a defesa dos direitos e da dignidade dos trabalhadores brasileiros.

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